Abri o livro, tinha uma capa pesada,forrada com couro preto, brilhante, nãop tinha nome, nem do título, nem do autor.Dei uma olhada mais profunda.Reparei em um ponto, que ia um pouco mais fundo e relação ao resto da capa. Passei o dedo de um,a extremidade à outra da capa, passando bem em cima do buraquinho.
Marcas começaram a aparecer, depois palavras e por fim eu pude ler: Feitiços Sombrios, eu acho... A tinta dourada estava desgastada. Em baixo dizia 328- Silvanna Cromwell.
Não sabia quem era Silvanna, mas sabia quem foram os Cromwell. Governaram a Inglaterra no séc. XIX. Minha mãe - Lilian - é historiadora, viciada nos Cromwell. Ela suspeitava de um certo membro da família que foi expulso, sob acusação de bruxaria. Ninguem sabe muito sobre isso porque não existem muitos documentos que provem. Uma vez ou outra foi citado. Mas, naquela época era uma coisa comum então o caso foi abandonado por falta de informações.
Enfim abri o livro. Virei algumas páginas e encontrei uma dedicatória.
Para R.
Virei mais algumas páginas e encontrei um índice - ou algo semelhante à um - e li o conteúdo cuidadosamente. Conforme ía passando os olhos, minhas mãos foram ficando cada vez mais trêmulas...
Encontrei um em especial, que me chamou a atenção. XXY.
Fui à página que indicava. 827. Li sem entender.
Sargir od Oçitief.
Senti uma atmosfera estranha, senti um apito nos ouvidos. Minhas mão tremiam mais e eu fexei o livro e o joguei embaixo da cama denovo. Sentei no chão ofegando.
Não sei por quanto tempo eu fiquei lá sentada... Só ouvi minha mãe bater na porta.
- Aurora...? - interrompi ela quase imediatamente.
- Já vou sair mamãe - tentei fazer a voz mais estável que pude.
- Não, tudo bem. É que euvou servir o jantar, quando quiser é só descer...
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O LIVRO
Era pequena, modesta, enfurnada no fundo da rua, tinha um grande cartaz escrito: ABERTO. Tinha várias estantes abarrotadas de frascos, incensos, potes, livros e enfeites sinistros. Ao fundo, atrás do balcão estava uma porta grande de madeira escura, bem trabalhada a maçaneta de prata precia pesada. Estava fechada, trancada na verdade.
Entre o balcão e a porta jazia uma mulher, podia ter entre trinta e tantos ou quarenta e poucos. Bonita, morena, pele branca, uma franja comprida cobria de leve os olhos. Ela meestendeu o livro que pedi, e disse algo sobre 'usar com sabedoria'. Não entendi direito porquê me distraí com o cartaz ao lado dizendo: Madame Arualana.
Ela fez um barulho com a garganta e eu olhei para ela.
Os olhos verdes me pareceram familiares... Peguei o livro e saí.
No camino de volta para casa fiquei pensando o dia de hoje...
Chegeui atrasada na escola, aula de inglês. Era trabalho em grupo. Encontrei meo ricardo sentado ao lado da Ana Laura, meu namorado e minha mlhor amiga. Estavam só os dois, muito fofo da parte da Ana guardar meu lugar.
Sentei ao lado do Ricardo. Entre a Ana e ele. Olhei para os olhos azuis - azul mesmo, estilo bolinha de gude, sabe? - dele e disse um bom dia ofegante.
- Oi - disse ele levantando as sobrancelhas como se estivesse emburrado, indiferente...
Às vezes ele me irrita. Ele era o maior galinha do colégio antes de eu chegar. Depois que ele me conheceu, prometeu que mudaria,que ficaria só comigo, que eu seria a única. Essa conversa toda parecia meio melosa demais vinda dele. Mas aqueles olhinhos brilhantes....
E eu acabei aceitando. De vez em quando ele faz isso comigo. Isso de ser meio idiota, como se quisesse sair correndo para longe de mim, e quando eu ameaço terminar, ele volta correndo. Com beijinhos e presentes.
Cheiguei em casa, olhei para minha mãe, que me perguntava o queeu havia comprado.
Era extamante isso que e não queria que ela fizesse. Inventei uma história, dizendo que era para a aula de literatura, para análises de contos muito compridos etc... Nem lembro direito.
Entrei o quarto e joguei o livro da Madame Arualana embaixo da cama. Eu não queria ver ele agora, e eu não sabia se realmente queria fazer isso.
Tirei a roupa e entrei no banho. Embaixo do chuveiro pensei o quento o Ricardo tem agido daquele jeito estranho com muito mais frequencia. Na verdade eu já tinha reparado nisso, e também, já tinha flagrado ele com uma garota do 7º ano - fiquei muito brava, chorei, gritei, esperneei, literamente surtei - . Como assim meu namorado com uma garota do 7º ano, 7º ano, mais nova. Briguei de verdade com ele naquele dia. Quase bati, quese mesmo. A sorte dele foi que eu sou baixinha e ele, sendo juito mais alto, consegui segurar mes pulsos antes de eu meter a mão na cara daquee galinha, estúpido e pedófilo, - estamos no 2º colegial. - depois de me imobilizar ele olhou no fundo dos meus olhos e disse que foi ela quem beijou ele, e que ele só não empurrou ela por medo de que ela botasse a culpa nele e ele realmente se encrencasse. Disse também que não importava nada, que eu era a única que fazia ele queimar quendo beijava. Se ele fosse menos lindo, se eu estivesse menos apaixinada... Com certeza ele não saía vivo. Mas o Ricardo faz isso. Ele é tão estupidamente perfeito que faz você ficar viciada nele. Vira uma necessidade.
Depois desse dia ele foi m,uito fofo comigo, fofo mesmo. Mas durou pouco. E desde então ele tem andado esquisito. Comentei com a Ana Laura, e ela falou com ele, quer dizer ela foi como quem não quer nada e tirou informações dele.
Ela disse que ele conheceu um garota, mas que duvidava que ela fosse terminar comigo por causa dela, ele só estava esquisito porquê ela foi amiga de infância dele, e que ela mudou muito e isso e aquilo...
Tadinho, ela fazia ele lembrar da infância dele...Foi uma infância perturbada. O pai dele era alcoolatra e batia muito nele. A mãe dele sumiu quando ele tinha sete anos. Hoje ele mora com pais adotivos.
Eu aceitei isso, por algum tempo, depois eu comecei a ficar paranóica. EU ligava para a Ana todos os dias e praticamente surtava. Ligava para ele toda hora.
-Pára deme ligar, Aurora, como você está chata! - Ele me disse uma vez quando tinha ligado umas quarenta vezes. Brigamos.
Fui ficano mais parannóica cada vez que brigávamos. Uma vez, enquanto falava com a Ana no telefone, ela me disse que co0nhecia uma loja, de uma vidente estranha.
E foi de lá que eu tirei o livro.
Desliguei o chuveiro e saí. Entrei no quarto e tirei o livro de debaixo da cama.
Hora do feitiço.
Entre o balcão e a porta jazia uma mulher, podia ter entre trinta e tantos ou quarenta e poucos. Bonita, morena, pele branca, uma franja comprida cobria de leve os olhos. Ela meestendeu o livro que pedi, e disse algo sobre 'usar com sabedoria'. Não entendi direito porquê me distraí com o cartaz ao lado dizendo: Madame Arualana.
Ela fez um barulho com a garganta e eu olhei para ela.
Os olhos verdes me pareceram familiares... Peguei o livro e saí.
No camino de volta para casa fiquei pensando o dia de hoje...
Chegeui atrasada na escola, aula de inglês. Era trabalho em grupo. Encontrei meo ricardo sentado ao lado da Ana Laura, meu namorado e minha mlhor amiga. Estavam só os dois, muito fofo da parte da Ana guardar meu lugar.
Sentei ao lado do Ricardo. Entre a Ana e ele. Olhei para os olhos azuis - azul mesmo, estilo bolinha de gude, sabe? - dele e disse um bom dia ofegante.
- Oi - disse ele levantando as sobrancelhas como se estivesse emburrado, indiferente...
Às vezes ele me irrita. Ele era o maior galinha do colégio antes de eu chegar. Depois que ele me conheceu, prometeu que mudaria,que ficaria só comigo, que eu seria a única. Essa conversa toda parecia meio melosa demais vinda dele. Mas aqueles olhinhos brilhantes....
E eu acabei aceitando. De vez em quando ele faz isso comigo. Isso de ser meio idiota, como se quisesse sair correndo para longe de mim, e quando eu ameaço terminar, ele volta correndo. Com beijinhos e presentes.
Cheiguei em casa, olhei para minha mãe, que me perguntava o queeu havia comprado.
Era extamante isso que e não queria que ela fizesse. Inventei uma história, dizendo que era para a aula de literatura, para análises de contos muito compridos etc... Nem lembro direito.
Entrei o quarto e joguei o livro da Madame Arualana embaixo da cama. Eu não queria ver ele agora, e eu não sabia se realmente queria fazer isso.
Tirei a roupa e entrei no banho. Embaixo do chuveiro pensei o quento o Ricardo tem agido daquele jeito estranho com muito mais frequencia. Na verdade eu já tinha reparado nisso, e também, já tinha flagrado ele com uma garota do 7º ano - fiquei muito brava, chorei, gritei, esperneei, literamente surtei - . Como assim meu namorado com uma garota do 7º ano, 7º ano, mais nova. Briguei de verdade com ele naquele dia. Quase bati, quese mesmo. A sorte dele foi que eu sou baixinha e ele, sendo juito mais alto, consegui segurar mes pulsos antes de eu meter a mão na cara daquee galinha, estúpido e pedófilo, - estamos no 2º colegial. - depois de me imobilizar ele olhou no fundo dos meus olhos e disse que foi ela quem beijou ele, e que ele só não empurrou ela por medo de que ela botasse a culpa nele e ele realmente se encrencasse. Disse também que não importava nada, que eu era a única que fazia ele queimar quendo beijava. Se ele fosse menos lindo, se eu estivesse menos apaixinada... Com certeza ele não saía vivo. Mas o Ricardo faz isso. Ele é tão estupidamente perfeito que faz você ficar viciada nele. Vira uma necessidade.
Depois desse dia ele foi m,uito fofo comigo, fofo mesmo. Mas durou pouco. E desde então ele tem andado esquisito. Comentei com a Ana Laura, e ela falou com ele, quer dizer ela foi como quem não quer nada e tirou informações dele.
Ela disse que ele conheceu um garota, mas que duvidava que ela fosse terminar comigo por causa dela, ele só estava esquisito porquê ela foi amiga de infância dele, e que ela mudou muito e isso e aquilo...
Tadinho, ela fazia ele lembrar da infância dele...Foi uma infância perturbada. O pai dele era alcoolatra e batia muito nele. A mãe dele sumiu quando ele tinha sete anos. Hoje ele mora com pais adotivos.
Eu aceitei isso, por algum tempo, depois eu comecei a ficar paranóica. EU ligava para a Ana todos os dias e praticamente surtava. Ligava para ele toda hora.
-Pára deme ligar, Aurora, como você está chata! - Ele me disse uma vez quando tinha ligado umas quarenta vezes. Brigamos.
Fui ficano mais parannóica cada vez que brigávamos. Uma vez, enquanto falava com a Ana no telefone, ela me disse que co0nhecia uma loja, de uma vidente estranha.
E foi de lá que eu tirei o livro.
Desliguei o chuveiro e saí. Entrei no quarto e tirei o livro de debaixo da cama.
Hora do feitiço.
APRESENTAÇÃO
Oi gente, somos as escritoras de Aurora. Em breve iremos postar a incrivel saga dessa personagem. Sejam leitores fiéis e não nos abandonem por favor ...
Aurora é uma menina de 16 anos cujo o unico objetivo é se apaixonar verdadeiramente por Ricardo. Porém a maneira que resolve fazer isso não é a mais fácil e envolve coisas sobrenaturais... Acompanhem sua aventura pelo mundo das Bruxas, feitiços e encantamentos, com muito romance, mistério e suspense!
Um beijo das escritoras, (:
Aurora é uma menina de 16 anos cujo o unico objetivo é se apaixonar verdadeiramente por Ricardo. Porém a maneira que resolve fazer isso não é a mais fácil e envolve coisas sobrenaturais... Acompanhem sua aventura pelo mundo das Bruxas, feitiços e encantamentos, com muito romance, mistério e suspense!
Um beijo das escritoras, (:
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